sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

2017 - 2ª parte

As férias de verão foram passadas entre a Madeira (passagem religiosa, já se sabe), o Porto Santo e o Alentejo e foram mesmo boas.


Porto Santo

Casa da Ermida de Santa Catarina. Um sítio encantador.

Mértola

Casa dos Castelejos, em Mértola. Decididamente, o alojamento que mais gostei de conhecer este ano.

Em setembro houve viagem de trabalho a Viena com colegas/amigas queridas. Foi uma viagem muito importante para mim. A distância da minha vida e pessoas do dia-a-dia ajudou-me a arrumar ideias e sentimentos. Quando "olho" para trás sinto que foi esse o momento decisivo que me tirou da angústia que há muito eu sentia. A partir daqui foi sempre a melhorar.





Passeios de início de outono em Mafra.


Escapadela de fim-de-semana - deliciosa - em Évora.

E depois de, a 18 de novembro, termos feito o primeiro de dois testes de progressão na carreira (também um marco deste 2017, sem dúvida), houve umas mini férias merecidas, a três, em Paris.



Disneyland. O que eu gosto de lá ir!

E a última escapadela do ano foi para os lados da Batalha.


































2017 termina muito, mas mesmo muito melhor do que começou. Sentir que estou a ultrapassar, finalmente, uma fase (interminável) que tanta angústia me causou é uma sensação que não tem preço. 
Foi uma conquista que me custou muito sofrimento, mas também me levou a um processo de auto-conhecimento e evolução pessoal muito importantes. 
Para 2018 são muitos os planos: a nível profissional avizinha-se uma mudança, e a nível pessoal concretizar um desejo antigo mas que o receio do desconhecido (e de fazê-lo sozinha) me tem impedido de avançar (mas agora a vontade é maior que nunca, e tenho certeza que se vai concretizar). Também está nos planos fazer uma viagem grande (o ideal seriam duas...a ver vamos) e, quem sabe, outros planos que não dependem só da minha vontade e, como tal, prefiro não criar grandes expetativas (apesar da vontade ser cada vez maior).
Que venha 2018, e que seja muito feliz, para mim e para vocês que estão aí desse lado.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Paris #3

No domingo aproveitámos o facto de, por ser o primeiro domingo do mês, a entrada na maior parte dos museus ser gratuita, para tentar visitar o Louvre. Chegámos pouco antes das 10h e fomos de metro, o que permitiu que entrássemos diretamente no edifício sem esperar na rua, à chuva. Havia uma fila jeitosa de pessoas, mas andava super rápido, pelo que devemos ter demorado uns 15 minutos, se tanto, para entrar.
Uma vez dentro do Louvre, tratámos de "despachar" logo a Mona Lisa (que acho que deve ser uma desilusão para 99% das pessoas, ainda para mais quando os restantes quadros do museu têm dimensões gigantescas e aquele é tão pequeno) e passámos a manhã a visitar uma parte do museu.

Uma dica que deixo a quem por lá andar à hora das refeições é aproveitar o centro comercial (subterrâneo) que existe ao lado (chama-se Carrousel du Louvre) para almoçar. A zona da restauração tem várias opções e a preços bem mais simpáticos do que nos restaurantes (os menús rondam os 15 por pessoa, com bebida incluída). 
A nossa única experiência num restaurante "verdadeiro" foi no Café Artcurial e custou-nos uma pequena fortuna, e a comida nem era nada doutro mundo (ainda para mais fiz a marcação porque vi uma promoção de 40% no The Fork, e quando chegou a conta para pagar é que percebemos que - apesar de não constar das condições da oferta, que eu confirmei depois - o desconto obrigava-nos a pedir entrada ou sobremesa, sob pena de termos que pagar a totalidade do preço, sem desconto).
Na parte da tarde tentámos ir ao Museu d'Orsay mas a fila para entrar era enorme, pelo que optámos por visitar o Palácio dos Inválidos (que tem o Museu do Exército e uma igreja onde está o túmulo - gigantesco - de Napoleão. A entrada aqui era paga (12€ por pessoa).


Ao final da tarde fomos ter com a minha amiga russa e o marido e jantámos na casa deles (para quem anda por cá há menos tempo, foi uma amizade que fiz em França, em 2011, quando fui au pair por lá, e no ano passado, no verão, fui à Rússia, ao casamento dela [os posts andam por aqui] - ela casou com um francês e vivem nos arredores de Paris). E fomos tão, tão bem recebidos! 
Oferecemos-lhes uma garrafa de vinho Madeira e três latas d'A conserveira: uma de atum, uma de polvo e outra de bacalhau à lagareiro (nunca comi tal coisa enlatada, espero que seja bom!). E tive direito a duas prendas completamente inesperadas (disse ela que é a de natal e a de aniversário): um livro em francês e umas latinhas do meu adorado crème de marrons para fazer iogurtes.
Começámos o jantar à volta de uma mesa recheada de ovas de salmão (muito típico da Rússia), foie gras (que eu não cheirei sequer, que não gosto daqui), pickes (os cornichons, que também são muito típicos de França) e champanhe (sim, logo para entrada). Seguiu-se uma sopa de abóbora, um boeuf bourgignon com batatas e, para sobremesa, um macarron gigante de pistacho (tão bom!).

E dou por terminado o relato da viagem a Paris. Se tiverem alguma questão específica perguntem à vontade na caixa de comentários, sim?

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Natal, prendas e afins

E já estou de volta à rotina, depois de quatro dias na ilha. Foi um Natal cheio de abracinhos bons (e de me sentir tão privilegiada por ter os meus avós paternos juntos, com uma relação que é das mais bonitas que já vi, complementando-se na maior perfeição), de doses industriais de açúcar, de sofá, de leituras e de prendinhas boas.


A parte menos gira foi ter apanhado um voo de regresso para Lisboa ontem ao final da noite, que aterrou em pleno alerta amarelo de vento. Eu sou madeirense, já aterrei dezenas de vezes no aeroporto da Madeira, mas nunca tinha apanhado uma aproximação à pista tão "animada" como a de ontem à noite em Lisboa. Só me apetecia chorar, senhores (mentira, chorei mesmo, mas acho que foi coisa discreta). E pensar que a pessoa já ponderou ser hospedeira de bordo...deus me livre e guarde!
Mas voltando a assuntos alegres, cá estão algumas das prendas (lindas!) que recebi.

Anel da Pandora. Prenda linda e maravilhosa do senhor namorado.

Outra prenda do senhor namorado. Um pijama às bolinhas...não podia ter mais a minha cara.

Prenda dos pais (escolhida por mim). Coisa mais linda da sua dona.

Prenda dos avós (escolhida por mim). Da Zara Kids. Foge um pouco ao meu estilo bem feminino, mas gosto muito.

Écharpe oferecida por uma amiga querida.

Uma das prendas do mano. Tem um cheio maravilhoso, adoro!




sábado, 23 de dezembro de 2017

Natal


Se tudo tiver corrido bem a esta hora já terei aterrado na minha querida ilha, para passar mais um Natal em família. Apesar das temperaturas de 20ºC, lugar nenhum do mundo sabe mais a Natal que este. 
Pessoas queridas que passam por cá, desejo-vos um Natal cheio de amor. Sejam muito felizes (nestes dias e nos outros).

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

2017 - 1ª parte

O que mais gosto nestes posts com balanços é de lê-los passado um ano, dois, vários anos, principalmente para me relembrar de que, com uns fases menos boas pelo meio, tenho tido uma vida muito feliz.
Aconteceu tanto - de bom e de mau - na minha vida em 2017 que quando penso que em janeiro ainda estava a viver no Porto parece mentira. É que tenho a sensação que já se passou toda uma vida desde o meu regresso a Lisboa.
O início de 2017 foi uma altura muito complicada. Passei dias de profunda infelicidade.
Para contrariar essa fase - e porque os 30 não pediram licença para chegar, nem esperaram por uma fase feliz para fazê-lo - fui passar o meu aniversário, no final de Janeiro, a Amesterdão. E, apesar de estar a viver uma fase menos boa, foram dias muito bons.


Foi no mês de fevereiro que me despedi do Porto, depois de uma estadia que se previa longa mas acabou por durar 10 meses. Às vezes quase que me esqueço daqueles 10 meses - como disse anteriormente, parece que já aconteceram há uma vida - mas nem tudo foi mau na experiência, bem longe disso. Os passeios com panos de fundo diferentes dos habituais, a par com as minhas meninas nortenhas que por lá ficaram, foram a parte boa da experiência.


Em março houve viagem de Marias a São Miguel. 

Depois de um mês particularmentre difícil, houve uma espécie de lua-de-mel mais que merecida na Toscana. Apesar do calor abrasador, foi uma viagem espetacular. Vimos paisagens maravilhosas e a comidinha...é Itália e está tudo dito, verdade?

San  Gimignano

Florença

Cinque Terre

[continua...]

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Paris #2

Depois de termos resistido e passado o nosso primeiro dia em Paris sem ir ver a Torre Eiffel de perto (não é propriamente fácil resistir, hã? dêem-nos mérito que merecemos!), no sábado começámos por apanhar um autocarro que nos deixou por lá. Estava um frio de rachar (à volta de 0ºC) e algum nevoeiro (que foi presença constante em todo o fim-de-semana), pelo que as vistas (e as fotografias) não foram as mais espetaculares.




Voltámos a passar pelo Petit Palais (Palácio de Belas Artes de Paris) e visitámos a parte das exposições permanentes, que tem entrada gratuita, onde vimos uma série de pinturas e esculturas do século XV ao XIX.


Notre Dame em modo natalício (entrámos em n igrejas em Paris e todas têm entrada gratuita).




Regressados a casa ao final da tarde e já depois de jantar, fomos ver a zona do Moulin Rouge, que ficava bem pertinho do nosso apartamento.


Depois de um domingo muito preenchido e com direito a jantar especial (ia fazer a descrição neste post, mas ele estava a ficar gigantesco pelo que esse dia vai ter direito a um post só para ele), e de uma segunda feira maravilhosa passada na Disney, terça feira era dia de regresso a Portugal.
Só tínhamos a manhã livre e o tempo não era muito, pelo que decidimos ir à Torre de Monparnasse ver a vista da cidade. Tinha lido maravilhas sobre a vista (ao ponto de ser a melhor da cidade) e, apesar de termos sido brindados com mais um dia cinzento, lá fomos nós. A entrada custa 12€ mas, na minha opinião, vale a pena. Mais uma vez as fotos não ficaram nada de especial por estar um dia tão escuro, mas acredito que, se a vista num dia destes já era tão bonita, num dia de sol deve ser qualquer coisa de inacreditável.


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Tag - Christmas time



Pois parece que fui nomeada pela querida Cláudia para responder a umas perguntinhas sobre o meu Natal. Aqui vão elas. 

1. Qual é o teu filme de Natal favorito?
Gosto muito de "Um conto de Natal do Mickey" (inspirado no clássico do Charles Dickens). Adoro todos os filmes do Mickey sobre o Natal, na verdade (sim, ainda). Numa versão mais adulta gosto do "Love actually".

2. Onde costumas passar o Natal?
A ceia e o almoço de Natal costumam ser passados na casa dos avós paternos (os únicos que ainda tenho). A única vez que tenho memória de tal não ter acontecido foi o ano eu que eu estava a viver em Londres, que passei com as minhas melhores amigas e um primo e foi uma experiência muito diferente mas espetacular (ainda ontem falei disto. oh, saudades desses tempos!).

3. Qual é a tua música de Natal favorita?
Assim de repente lembrou-me da "Christmas lights" (deprimente mas - ou talvez por isso mesmo - adoro), "Do they know it's Christmas" e "Driving home for christmas".

4. Abres os presentes na Véspera de Natal?
As prendas de e para os avós abrimos depois da ceia, lá em casa deles. As de casa normalmente eram só no dia 25 de manhã, mas nos últimos anos, como não temos crianças na família, temos feito a troca depois da missa do galo (onde os meus pais fazem questão de ir e eu dou-lhes esse "miminho" da minha presença).

5. Que tradições estás mais ansioso este Natal?
Apanhar o avião para a Madeira. Apesar de estarem temperaturas pouco típicas do Natal (máximas de 21ºC...acho que vou ter que ir buscar a roupa de verão), o pessoal leva mesmo muito a sério as decorações e é rara a casa que não esteja decorada, também por fora, pelo que toda a ilha parece um presépio gigante. E - não sendo uma coisa natalícia - estou também muito ansiosa pelo abracinho delicioso dos meus avós (que sabem bem em qualquer época do ano, obviamente).

6. Tens uma árvore de Natal verdadeira ou falsa?
Árvora falsa, tanto na minha casa como dos meus pais.

7. Qual o teu doce/comida favorita no Natal?
Quando me perguntam quais são os doces típicos de Natal na Madeira, fico sem saber o que dizer, porque à parte os bolos de mel e as broas (que não são propriamente uma sobremesa, mas algo que se come em qualquer altura do dia), não há nenhuma sobremesa mesmo típica madeirense desta época do ano. Mas a minha mãe faz todos os anos um bolo mármore, que, não sendo típico do Natal, acaba por ser típico do meu Natal, e que gosto muito.

8. Sê honesto: preferes dar ou receber presentes?
Não crio muitas expetativas nas prendas que vou receber (exceto a dos pais e avós, que são sempre escolhidas por mim e assim há garantia de que gosto e serão úteis) para evitar desilusões, confesso (acho que faço isto em tudo na vida, na verdade). Mas quando damos "aquela" prenda que temos certeza que a outra pessoa vai gostar, é uma sensação tão boa ou melhor do que recebermos algo de que gostamos.

9. Qual o melhor presente que recebeste?
Lembro de dois em particular que deixaram eufórica: um ano, quando era criança, queria muito um robot que andava sozinho. A minha mãe convenceu-me que ele estava esgotadíssimo em todo o lado (foi mesmo muito convincente) e quando o recebi fiquei histérica. 

Uns anos mais tarde, tive uma prenda que queria há imenso tempo e que me deixou super feliz: uma televisão para o meu quarto . Foi o delírio!

10. Qual o teu lugar de sonho que gostarias de visitar no Natal?
Aqui não consigo fugir ao cliché: um lugar com neve, lá para o norte da Europa.

11. Momento mais memorável das férias de Natal?
Na infância eram todos. Numa fase mais recente: ir fazer compras de Natal com a minha mãe e passear pelo Funchal, todo vestido a rigor para a época.

12. Como é que soubeste a verdade sobre o Pai Natal?
Foi um acontecimento tão, mas tão traumatizante, que não me lembro de todo como aconteceu.

13. És uma pro a embrulhar ou uma fail completa?

Estas minhas mãozinhas, com muita pena minha, não têm grande jeito para nenhum tipo de arte manual, embrulhar presentes inclusive.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Fim-de-semana

Sabem aqueles fins-de-semana tão bons e tão preenchidos que ficamos com a sensação que passou uma semana e não dois dias? O fim-de-semana que passou foi um desses.
Começou com uma visita de senhor pai, com quem aproveitei para ir pela primeira vez ver as luzes de Natal da Baixa (trabalho lá perto e nem assim já as tinha visto decentemente) e no sábado fomos conhecer um restaurante em Algés, o Refúgio, do qual só tenho coisas boas a dizer. Para entrada partilhámos uma dose de mexilhão gratinado com broa de milho que estava divinal. Depois comi um risotto de camarão que também estava ótimo. Para sobremesa partilhámos um cheesecake e um bolo de mousse de chocolate que também estavam ótimos. Para além disso, os funcionários eram todos super simpáticos. 
Depois disso fomos para a Batalha, passar uma noite no hotel Villa Batalha. A ideia era fazer uma escapadela de fim-de-semana num sítio perto e de preferência com SPA (o senhor namorado adora e por questões de saúde também estava a precisar). Jantámos no restaurante do hotel, Adega dos Frades, e gostámos imenso (eu pedi risotto de frango e açafrão, ele comeu perna de pato com creme de cenoura, estavam os dois ótimos).
Já na manhã de domingo aproveitámos para conhecer o Mosteiro da Batalha (a entrada custa 6€, mas aos domingos de manhã não se paga, foi uma bela surpresa). O mosteiro é espetacular, tanto por dentro como por fora, adorei a visita.


[E este é um dos vestidos mefa fofos de que vos falei neste post, que comprei em Braga numa lojinha que está cheia de vestidos amorosos que custam uma pechincha.]

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O nosso dia mágico na Disneyland Paris

Deixámos a ida à Disney para o nosso último dia completo por Paris. Apanhámos o comboio para Marne-la-Vallée (custa 15€ por pessoa, ida e volta) e por volta das 10h e pouco estávamos a chegar.
Não foi a minha primeira vez na Disney, mas foi a primeira nesta altura do ano. Havia decorações e espetáculos de Natal, dando um encanto ainda mais especial ao parque.




Cá está um dos muitos espetáculos de rua, com música e personagens natalícios, que teve direito a neve (falsa) e tudo. Muito, muito giro.



Uma pessoa entra nas lojas e apetece comprar tudo: é fofura atrás de fofura.




A ida à Disney só aconteceu porque eu fazia muita questão, porque o senhor namorado dispensava bem a visita. E eu então achei que devia fazer um especial esforço para fazer com que aquele gostasse daquilo pelo menos em 50% do quanto eu gosto. E então tentámos procurar as diversões mais adultas (sendo que eu só fazia questão de andar em duas diversões mais infantis: o Small World (acho a coisa mais fofa) e o Peter Pan (a minha diversão preferida da Disney desde sempre).
Na parte da manhã praticamente não havia filas para andar em nada pelo que "despachámos" logo o Pirata das Caraíbas (muito giro) e a montanha russa do Indiana Jones. Quanto a esta última, eu tinha uma vaga ideia de que aquilo tinha um looping (volta completa, em que ficamos de cabeça para baixo) e, assim sendo, não sei se me apanhariam lá (sou uma medricas do pior nestas coisas). Acontece que - mesmo havendo a interdição de entrada a crianças com menos de 1,40m (e o senhor namorado armou-se em engraçadinho e perguntou ao rapaz se era preciso medir-me para ver se eu podia lá andar) - pensei que, se deixavam entrar crianças, não haveria de ser assim tãooo violento. Pois era. E ainda bem que eu não sabia ao que ia, porque apesar de ter gritado pela minha vida a viagem toda, foi espetacular. Tão bom! (mas é coisa para se fazer antes de comer, senão pode não correr tão bem).


Ao almoço, como não me apetecia comer cachorros quentes a preço de comida decente, decidimos seguir uma dica que tinha lido nos comentários de outro blogue e saímos do parque para ir ao italiano Va Piano meso à entrada dos parques. E foi uma ótima opção. Por uns 15€ por pessoa comi um belo risotto, num espaço calmo e agradável. 


Na parte da tarde as filas já eram maiores, e nós - burros - achámos que a entrada "fast track" era para pessoas com bilhetes especiais, e não uma possibilidade de fazer uma espécie de marcação para andar no divertimento mais tarde (já tinha usado este sistema quando lá fui em 2009 e - burra! - não me lembrava como funcionava), pelo que lá esperámos 50 minutos para andar na Montanha Russa (Big Thunder mountain), mas valeu a pena. É quase tão bom como o Indiana Jones. De resto, perdemos o Peter Pan (esteve avariado durante a tarde), andámos na Casa Assombrada (fraquinha), no Small World e na Branca de Neve (engraçadito).


Já cansados ao final da tarde - e porque a maioria das diversões encerrava às 18h - não esperámos pelo espetáculo com fogo de artifício que há às 19h e lá regressámos ao comboio, antes da confusão pós-espetáculos. 
Foi um dia tão, mas tão feliz!