sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Gente de mal com a vida: não, obrigada

Estava a passear com a minha mãe e encontrei uma das minhas educadoras de infância, que não via há séculos. A minha mãe "apresentou-nos" e passámos um minuto a conversar. Ou melhor, ela passou 50 segundos a queixar-se de tudo e mais alguma coisa (os restantes 10 foram para dizer olá e adeus).


Quando virámos as costas a minha mãe comentou que ela costumava ter ciúmes porque eu preferia a outra educadora a ela. Ao que eu respondi que (modéstias à parte) desde pequena que sou esperta. Porque pessoas que vemos uma vez em cada década e que aproveitam esse momento para se lamentar da sua vidinha miserável em vez de fazerem um esforço e o aproveitarem para (tentar pelo menos) ser simpáticas podem ficar longe que não fazem falta nenhuma.

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